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Aluna do Mestrado cria aplicativo para agilizar atendimento médico domiciliar

Um projeto de pesquisa desenvolvido no Centro Universitário Franciscano pretende diminuir filas em hospitais e qualificar o serviço médico a domicilio. Por meio de um aplicativo chamado Life Care, qualquer pessoa poderá realizar uma consulta e acessar cuidados médicos pela tela do Smartphone. Este termo em inglês significa algo como “cuidar da vida”.

A ideia inovadora surgiu com a mestranda Lenise Dutra, que cursa o segundo semestre do Mestrado em Saúde Materno Infantil. A superlotação nas unidades básicas de saúde serviu de problemática de pesquisa, diante da dificuldade de locomoção das pessoas para uma consulta médica.

“A ideia é que a pessoa não precise ir até o hospital para tratar de uma dor de cabeça, por exemplo, pois sendo uma demanda clínica mais leve, poderá ser resolvida pelo aplicativo”, pontua Lenise ao explicar que o aplicativo é destinado para casos médicos de baixa complexidade.

O mecanismo de funcionamento do produto vai disponibilizar uma interação direta entre o médico(ou enfermeiro) e o paciente, por meio de uma ligação feita com áudio e vídeo. “No aplicativo terão profissionais de saúde cadastrados, e quando o paciente solicitar o atendimento, ambos irão entrar em uma conversa online para efetivar a consulta’’, complementa a mestranda.

Caso constatado que o paciente necessita de alguma medicação no seu tratamento, o médico vai encaminhar uma receita para farmácias também cadastradas, e os pacientes poderão retirar o remédio de forma segura, mediante documento de identidade,evitando também o problema de automedicação.

O Life Care ainda não tem data para sair do papel. O projeto está na fase de estruturação teórica e em busca de parceiros para o desenvolvimento da programação do aplicativo. “Queremos desenvolver um aplicativo para tornar o atendimento médico de fácil acesso para toda a população, com certeza isso vai impactar e trazer benefícios para a saúde das pessoas, tanto na resolução de problemas clínicos leves, quanto na prevenção de doenças mais graves”, acredita a professora do Mestrado em Saúde Materno Infantil, Dirce Beckes.


Gilvan Ribeiro - estagiário de jornalismo

4 de dezembro, 2017

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